FELIZ NATAL!!!
Já estamos chegando ao Natal. Não comprei presente para ninguém, também ninguém vai me dar nada, ou seja empatamos. Tudo bem, enquanto a economia do Brasil cresce, eu vou remando contra a maré tentando segurar o dinheiro (to louco para comprar uma câmera digital, mas acho que vai ficar para o próximo ano). To meio melancólico, sem ânimo para nada, tento estudar mas não consigo me concentrar, não tem coisa pior.

Deixando meus problemas um pouco de lado, gostaria de desejar a todos os amigos que sempre dão uma passadinha por aqui os meus sinceros votos de feliz natal e próspero ano novo. Esta é uma época não para gastarmos o décimo terceiro em presentes para quem não os merece. Mas sim, para fazermos um balanço em nossas vidas, guardamos o que de bom aconteceu neste ano que finda e tentar (mesmo sendo difícil) apagar as coisas ruins e de alguma forma tentarmos aprender com os nossos erros, para que talvez possamos nos tornar pessoas melhores, e fazer o possível para que tudo isso não fique só no discurso!!!
Feliz natal!!!

P.S.: o jeito é fazer como o Homer, comer... (mas não ficar gordo).
- Postado por: mendesouza às 14h01
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O FINAL DE SEMANA NO MUNDO ENCANTADO
Estive pensando seriamente em ir me benzer. É isso mesmo: me benzer!!! As coisas não têm dado muito certo ultimamente e anda desanimado com a vida. Estou duro, quebrado, estamos no dia vinte e ainda não paguei todas as contas, e para piorar o computador deu pau. Como estou sem dinheiro não posso levá-lo a um técnico. Estou quase em desespero, mais de seis meses de trabalho dentro daquela maquina que dá vontade de jogar pela janela (se não fosse da minha prima já o teria feito). Agora tenho que esperar pela boa vontade de meu irmão para mandá-lo para mim, espero que antes do natal (mais uma despesa!). Tenho um título de capitalização, é sempre bom economizar, e fazem mais de quinze dias que estou tentando resgata-lo, ninguém merece. As coisas todas nas quais eu estava trabalhando estão ali dentro e eu não posso fazer nada. Mas tudo bem, o jeito é ir lendo e deixar para escrever depois. Queria terminar antes do natal, mas acho que vai ficar para depois do ano novo.
Sábado, fui à casa de um amigo, estávamos meio sem opção e meio indecisos sobre o que iríamos fazer. Ele resolver ligar para uma amiga que não via já algum tempo. Ela estava na praia, disse que era uma festa. Animados rumamos para lá, trinta quilômetros depois, primeiro o celular dela não atendia, demorou mais de trinta minutos para ela atender. Isso já era uma da madrugada. A temperatura estava agradável e fomos até a praia (Santinho). Foi quando elas (a amiga do meu amigo e a amiga dela) nos contaram que as bebidas haviam acabado, e que a festa na verdade não era bem uma festa. Elas estavam passando o final de semana na casa de um amigo, que estava ligando querendo saber onde elas estavam. Ou seja, nos despacharam com a maior educação possível. Tem coisas que só acontecem comigo. Tudo bem, a opção foi achar um bar aberto, andamos um pouco e encontramos um local, um estabelecimento muito tosco, um cara com um violão tocando um reggae e uma galera fumando maconha na maior paz. A proporção era de dois homens para cada mulher, sem contar os gays. Ou seja, todas as mulheres do recinto estavam acompanhadas, e o pior só tinha nova skin, a skol estava quente. Bebemos duas cervejas e fomos respirar um ar puro, tentativa frustada pois lá fora a maresia estava no ar e fomos para a frente de outro estabelecimento onde estava tocando uma música africana, tambores, chocalhos e outros instrumentos (era o que dava para ouvir) e a anã da portaria queria cobrar cinco reais para entrarmos, isso já eram três horas da madrugada. Não entramos e demos sorte de pegar o ônibus da madrugada para o centro. Chegamos no centro às cinco da manhã e o ônibus para casa só viria às seis e vinte e cinco. Por sorte os botequinhos do terminal já estavam abrindo e resolvemos aproveitar a promoção de um deles que estava liquidando salgados, três por um real, saboreamos aquelas iguarias gordurosas com muita pimenta e catchup e fomos tomar mais uma cerveja, no posto em frente a rodoviária. Final da estória cheguei em casa com o dia amanhecido, um pouco mais desanimado do que saí. Inclusive fui à uma igreja na Quarta-feira da semana passada, uma daquelas igrejas do centro de Floripa, esqueci o nome da rua mas é próxima ao mercado público e eu nunca havia entrado ali. Sua construção começou no século XVIII, está um pouco velhinha mas é bonita e cheia de flores e santos que não sei o nome. Rezei um pouco, e pelo visto não foi o suficiente. Acho que vou voltar lá esta semana... (não tinha água benta na piazinha da entrada, talvez seja isso).
- Postado por: mendesouza às 16h59
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